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Aquário, o futuro é a força do coletivo

Foto: Pixabay

Após a ascensão profissional e materialização da teoria vivenciadas no signo de Capricórnio, notamos que falta algo a mais, queremos fazer a diferença na vida das pessoas pois, vislumbramos as necessidades coletivas, dos grupos aos quais pertencemos e nos reconhecemos enquanto seres integrantes de alguma tribo.

Aquário, o décimo primeiro e penúltimo signo do zodíaco, chega trazendo as boas novas e o espírito de fraternidade.

Ele é representado por duas ondas paralelas, uma acima e outra abaixo, ‘assim na Terra como no Céu’. É a simbologia do Aguadeiro, aquele que evapora a água do oceano nas alturas do céu, transformando-a em uma chuva invisível, aérea, tornando acessível aos homens a sabedoria divina. Saciando, assim, a sede daqueles que buscam conhecimento.

Assim como Capricórnio, Aquário é regido por Saturno, o mais distante do Sol ao considerarmos os planetas conhecidos pelo homem quando a Astrologia foi iniciada (há 6 mil anos). Saturno trata da escassez, rigidez, limitação e materialização. Além disso, ele é o deus do tempo e em Aquário ele se encontra no futuro.

Juntamente com o signo de Leão, Aquário forma o eixo do ego. O que os tornam opostos e complementares é o calor e a vitalidade que Leão possui por ser regido pelo astro da identidade, o Sol, enquanto Aquário, do ar, frio, saturnino, aniquila o vigor do senso de individualidade e contempla o espírito de coletividade.

Ele possui um ar de esquisitice em seu jeito de ser.

Ora, o Sol fica no chamado exílio quando está em Aquário, já que seu domicílio está em seu oposto Leão. Sendo assim, estando no signo do Aguadeiro, o Sol não está à vontade, não sente sua potência individualista e é um constante desconforto ser aquariano(a). Essa inquietude ganha ainda mais força por Aquário vislumbrar feitos que ainda estão por vir, no tempo futuro. Além disso, ele é regido pelo ar, na qualidade fixa, que é uma água evaporada do oceano cuja função é voltar para a Terra e banhar os homens com a sabedoria divina.

Com todas essas características, Aquário é inteligente, intuitivo, radical e bastante excêntrico.

O que Aquário tem a aprender com o mundo?

A ser caloroso.

Por fazer oposição a Leão, o signo da chama constante, a eterna criança e o qual rege o coração, Aquário pode conter um excesso de seriedade, uma razão exacerbada, impessoalidade e frieza, tendo como grande desafio reconhecer o outro enquanto ser único, não somente parte de um grupo, cujo gostaria de receber uma atenção especial.

E esse tratamento os aquarianos podem dar a si mesmos, causando sérios problemas de autoestima ao não se verem com amor; ou, quererem compensar esse vazio e acabarem buscando se destacar demais e, por fim, se tornarem estranhos na aparência ou no discurso. Aquela pessoa que só falta colocar uma melancia na cabeça ou que quer aparecer com suas ideias radicais mas que nada realizam de fato; ou ainda, podem perder a própria identidade dentro do grupo que escolhe pertencer.

Além disso, podem ser muito intransigentes, teimosos, desconfiados e inflexíveis.

O que Aquário tem a oferecer ao mundo?

A utopia!

A esperança por um futuro melhor para todos, mais fraterno e justo é a maior maravilha que esse signo pode proporcionar.

Em seu alto grau evolutivo, aquarianos são desprendidos de si e fazem de sua vida um mar de ações libertas das questões mundanas e coberta de altruísmo, filantropia e voluntariado.

Interessante observar que esse signo rege as panturrilhas, nosso segundo coração, parte do corpo que bombeia o sangue de volta ao órgão das emoções. Então sim, Aquário sabe amar, mas o que ele realmente busca são amizades sinceras. Se ele tem seu parceiro como amigo, ele o ama verdadeiramente e é um companheiro fiel e devotado.

Além disso, Aquário é o grande revolucionário!

Mas é uma revolução não violenta, fraterna, que visa o bem comum. Ele traz as boas novas e as mudanças em ondas, assim como sua simbologia, pois ele não é bruto e muito menos agressivo.

Ele é a comunicação rápida, a eletricidade, a internet, o acesso à informação de maneira democrática e despretensiosa. É a informação que chega a todos, a mais pura congregação das tribos e manifestação das ideias coletivas.

É a marca da genialidade.

Pois, o brilhantismo humano está em entender que o caminho da felicidade individual está em almejar um futuro que contemple a liberdade, fraternidade e igualdade para todos.

Por Erika Roldão
@astraldosplanetas


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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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