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Engana-se quem acredita que acne é coisa de adolescentes!

Foto: Pexels

Apesar de serem muito comuns nessa fase, as espinhas também fazem parte da vida dos adultos, principalmente mulheres, porém, com algumas características diferentes.

Durante a juventude, elas surgem, principalmente, na testa, no nariz, bochecha e nas costas. A partir dos 25 anos, as principais áreas preferenciais são o queixo, pescoço e mandíbula.

Elas costumam ser mais avermelhadas e dolorosas e aparecem principalmente no período menstrual.

Entre as principais causas, nós podemos listar questões emocionais, privação do sono, oleosidade, má alimentação, herança genética, tabagismo, medicamentos e cosméticos inapropriados, higienização mal feita ou limpeza em excesso, além de condições hormonais, como a síndrome do ovário policístico, sensibilidade a hormônios masculinos e a hiperplasia congênita da glândula suprarrenal, que estimulam a glândula sebácea a produzir mais sebo, aumentando a proliferação de micro-organismos e, consequentemente, inflamando a pele.

Por ser um problema crônico, as mulheres adultas com acne devem realizar acompanhamento dermatológico para iniciar um tratamento adequado, diagnosticando sua causa real. Os medicamentos, tanto os de uso tópico quanto via oral variam de paciente para paciente, assim como os cosméticos, que também devem ter indicação para o tipo específico de pele.

Seu controle é importante por razões estéticas e como forma de preservar a saúde da pele e saúde mental, além para prevenir o aparecimento de manchas e cicatrizes.

Entre os procedimentos comumente realizados nos consultórios médicos para quem sofre com a acne estão os peelings químico e alguns tipos de laser e luz pulsada.

Portanto, nada de copiar a receita que deu certo para a amiga. Nem sempre o que foi efetivo para uma pessoa, será para outra.

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Por Dr Lucas Miranda
@drlucasmiranda.dermato

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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Categorias:
Saúde e Cuidados
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