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Aplicativo alia tecnologia e solidariedade e conecta pessoas em prol da transformação social

Aplicativo alia tecnologia e solidariedade – É fato que os aplicativos de celular já estão presentes no nosso dia a dia. São os mais variados: para transporte, para pedir comida, para acessar notícias, ouvir músicas, encontrar um parceiro para se relacionar e por aí vai.

Foi pensando em ativar a solidariedade das pessoas que o Instituto ISocial, uma startup de tecnologia social, desenvolveu um aplicativo para conectar pessoas que tem o intuito de transformar a realidade do país. A responsável por produto e monetização do Instituto, Bárbara Vieira, conta que o aplicativo ISocial foi lançado no dia 22 de julho com o objetivo de conectar pessoas e transformar vidas e já na primeira semana teve quase 90 voluntários inscritos na plataforma.

ISocial

Mas você pode estar se perguntado como um aplicativo pode mudar a vida das pessoas. É o que vou te explicar agora. A lógica do ISocial é similar aos dos aplicativos de relacionamento, por exemplo. A intenção é unir interessados em ser voluntários com um projeto que atenda suas pretensões, Organizações e ou projetos sociais se cadastram na plataforma informando a necessidade, por exemplo, de determinado tipo de voluntario. Por outro lado, pessoas e ou organizações se inscrevem comunicando a disponibilidade em voluntariar-se. Na hipótese de ambas as pretensões se corresponderem achamos o par perfeito, ou como se diz nos aplicativos de relacionamento: deu match.

O aplicativo não é apenas o elo entre quem quer ser e precisa de voluntário, Mas um mecanismo de coleta, armazenamento e difusão de dados de cunho social, econômico e cultural. Existem três formas de voluntariar-se dentro da plataforma. Primeiramente, os interessados podem contribuir com suas habilidades e ou conhecimentos; segundo, podem trabalhar no gerenciamento das organizações, como no setor administrativo delas, e, por fim, poderão realizar doações financeiras.

“Queremos que todo assistencialismo tenha início, meio e fim e que o sucesso seja medido pelas pessoas que deixam de precisar de auxílio”, explica Bárbara Vieira.

Ela lembra que as informações pessoais inseridas na plataforma não são disponibilizadas publicamente, pois a startup segue todos os padrões estabelecidos pela Lei Geral de Proteção de Dados.

Esse é mais um exemplo da tecnologia sendo usada para o bem. E você, já teve a oportunidade de ser solidário utilizando a tecnologia? Conte sua experiência nos comentários.

Por Rafael Angeli
@eurafaelangeli

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Aplicativo alia tecnologia e solidariedade

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Pedro Carlos

Faço uso da plataforma há dois meses, é incrível saber tudo sobre a ação no próprio aparelho de celular